Translate

segunda-feira, 28 de abril de 2014

VISITAS NA CASA DE CUPIM.



Nossos jovens amigos Canhento e Tingo nos visitaram, uma estimulante conversa regado a doses de energias positivas e empolgação com o projeto da Casa de Cupim...











Enriquecendo ainda mais este agradável domingo...
Gente jovem e bonita vieram trazer suas curiosidades em conhecer o Projeto de Bio construir no Pantanal, para troca de experiências. Rodrigo (Agronomia), Michele B. (Biologia) e Daniela M. (Pedagogia).

Estamos esperando vocês para a primeira vivência na Casa de Cupim! 



quinta-feira, 17 de abril de 2014

PAREDES EM DESTAQUE, NA CASA DE CUPIM...


A parede de divisória interna, se compôs, então resolvemos fazer alguns detalhes, pois com o barro pode-se  fazer um pouco do tudo, é deixar a criatividade navegar livre. 
Tá quase ficando bom a Casa de Cupim.



Paredes de coordwood, telhas e garrafas, bioconstruindo no pantanal.  



domingo, 13 de abril de 2014

APÓS A CHUVA A FRIAGEM NO PANTANAL.



E vento "minuano" chegou forte vindo do sul neste domingo, muito cedo, após um período de chuvas intensas. Mas enfim vamos aproveitar e a noite acender uma fogueira na Casa de Cupim.


VISITA A CASA DE CUPIM...




Nosso estimado amigo Tosta nos visitou e trouxe muita energia positiva e experiências que absorvemos no trato e plantio de cultivares. Valeu e muito...

quinta-feira, 10 de abril de 2014

CALÇAMENTO COM TIJOLOS NA CASA DE CUPIM.







Continuando com o reaproveitamento de material, adquirimos um lote de tijolinhos das olarias próximas a Casa de Cupim, cacos e tijolos inteiros, para a conclusão da calçada. 



quarta-feira, 26 de março de 2014

INICIANDO A PAREDE DE TELHAS E COORDWOOD.





As divisórias dos cômodos já estão quase prontas, de um lado reaproveitamos madeira de construção e lascas de teca, de outro iniciamos a levantar a parede com telhas e barro. 










Depois começamos a incluir as garrafas de vidro.


















E por último estamos lançando mão  da técnica de coordwood, madeira e barro.


















As toras de madeiras pedimos aos oleiros que utilizam para aquecer os fornos onde queimam os tijolos, existem quatro fornos próximo a Casa de Cupim, a madeira vem de podas e cortes de árvores na cidade feita pela CBM ou pessoal autorizado, que descarta muita das vezes em áreas próximo e até mesmo dentro da cidade.






sexta-feira, 21 de março de 2014

VISITAS NA CASA DE CUPIM...

Após o período de chuvas que foi  maravilhoso e espetacular, e a estrada de acesso ter "submergido", possibilitou as pessoas queridas nos visitarem.
No aconchego da Casa de Cupim, recebemos pessoas amigas e cheias de luz e energia positivas. Muito inspiradoras e criativas que pudemos compartilhar idéias.


A querida Professora Biologia Jaqueline (UNEMAT).







 O entusiasta 
sargento da reserva Aluizio (EB)



O "pirata vibrante" Sargento Godoy (PM).
 A princesa Maitê (filha da Pingo e Tikal)


 
O nostálgico sargento reserva Oziel Bernardino (EB)

terça-feira, 18 de março de 2014

A ENCHENTE...


Quando pensávamos que as águas diminuiriam, eis que a natureza expôs um pequeno fragmento de sua força, novamente. Água, mais água.
Testando a Casa de Cupim, em sua resistência estrutural em geral. 

Acho que passamos neste teste, pois continuamos com os pés dentro da casa.



quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

PAREDE DE PET-A-PIQUE E CALFITICE NA CASA DE CUPIM.


Prosseguindo os trabalhos na Casa de Cupim, iniciamos a cobrir a parede de bambu e garrafas de plástico, no processo conhecido como pau a pique no nosso caso "Pet-a-pique". 

A receita da massa é a do calfitice, sem o cimento, fibras (muita fibra mesmo), cal e argila e adicionamos um aditivo feito com cactos do cerrado, experimento preparado pelo Diego, que deu mais liga a massa.
Ai está a parede pronta.




CICLO DE CHUVAS QUASE NO FIM, QUE VENHAM AS ÁGUAS DE MARÇO PARA ENCERRAR O VERÃO


Após longos quinze dias de chuvas, que nos deixou "ilhados", enfim uma trégua, mas, já estamos ficando com saudades, do belo espetáculo que as águas nos proporcionaram e dos seus habitantes distintos, dentre eles os peixes que desfilavam na porta da Casa de Cupim (foto ao lado e abaixo).



 


Vendo o sol se debruçando da porta da Casa de Cupim após um dia intenso de chuva.















Nuestro hijo Dieguito.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

INSTANTES CONTÍNUOS NA CASA DE CUPIM...

Pessoal, nos demos conta que estamos em uma grande ilha ao nos lançarmos a fazer bioconstrução, não é nada fácil.
Vários são os problemas e geralmente não temos a quem recorrer pra pedir ajuda.  
Contatamos vários pedreiro e mestres de obras para alguns afazeres tipo piso queimado, e outros, e concluímos que não poderão te ou nos ajudar caso tenha duvidas. 
Eles nos acharam "gente diferente", não acreditam e nem se arriscam nesta possibilidade, tipos excêntricos devem ser esse povo, comentam.
Mas para aqueles que querem explorar esse território e aos bravos que ainda persistem, desejamos muita, mas, muita força de vontade. 
Tenha sempre em mente que é uma obra com um ritmo totalmente diferente das casas convencionais. 
É preciso viver e sentir a obra, e não querer que ela acabe o mais rápido possível.
Da forma que estamos realizando a obra, em alguns momentos ela é também educacional.
Por isso estamos bastante motivados com a possibilidade de estendermos o pouco conhecimento que adquirimos para outras pessoas que nunca fizeram essas técnicas e práticas, repassar o conhecimento e incentivar.
O final do ano passado e o início deste ano, foram muito cansativos, de muito trabalho e reflexão, mas que valeram a pena, conseguimos adiantar um pouco mais a obra e devagar estamos concluindo a primeira fase.

A chuva nos deixou um pouco preguiçosos, reflexivos, pois não tem como sairmos para continuar os trabalhos, ficamos analisando o ritmo e a constância das águas em nosso pequeno pantanal, que influenciaram em muito a nossa vida. 
Segue então alguns instantâneos que ocorreram ao redor da Casa de Cupim. 




A Garça Maria-faceira, deu sua graça logo cedo.















O Bem-te-vi e seu filhote faminto saboreando uma rã no cambará.



Smirha após o banho de sol.



O beijo no hibisco de uma borboleta.


Baguera em hibernação.




O papagaio e o pepino



Mirando la sierra madre y la punta de la colina después de la lluvia.