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sábado, 24 de junho de 2017

CONVIVÊNCIA PARTILHADA, CUIDANDO DAS PESSOAS, CUIDANDO DA GENTE.

 (...) Muitos acham que uma mesa abundante é aquela cheia de pratos numa festividade. Ao contrário, uma mesa abundante é aquela em que há pessoas com as quais se possa repartir aquilo que ali está. Há muitas mesas, por exemplo, em algumas comemorações, alguns jantares, algumas ceias que estarão cheias de coisas e sem nenhum afeto de ninguém que esteja convivendo ali, sem que haja um desejo, de fato, de estar junto.
A fartura não se remete exclusivamente a um excesso de coisas, mas a presença de situações de simpatia, de convivência partilhada, de um modo de estar junto, que signifique abundância de afeto, de prazer, de amorosidade. Podem parecer palavras piegas, mas não tem importância.
O que vale é que não retenhamos a ideia de fartura apenas no excesso material. fartura de afeto, isso sim.

Pensar bem nos faz bem! Volume 2 Página 135 – Mário Sérgio Cortella




 Nosso almoço reuniu os mestres Horneiros e seus acadêmicos, nossos amigos e familia.. Contaminando com nossos sonhos, empoderando pessoas, fazendo mais com menos.






EXTRAINDO TERRA PARA PINTURA.


Extraindo argelito para pintura no Projeto Encontro.




Nossa equipe com o Mestre Paulo (Toco) e nossos auxiliares Mateus e Junior, 
extraindo barro para o Projeto Encontro.

quinta-feira, 22 de junho de 2017






Para as criações da arte não importa [o que é], e sim [o que poderia ser], não o real, e sim o possível.”
                                       Rudolf Steiner

domingo, 18 de junho de 2017

TODOS PODEM BIO-CONSTRUIR.

Quando falamos em construção com materiais como barro, palha, areia, bambu, entre outros, a impressão de muitos que vem por curiosidade ver o projeto é de que a estrutura não durará muito tempo por aparentar fragilidade ou por não ser reto, liso, “ter estética”, com paredes sem caroços e defeitos.



Sem alongar muito nessa questão, afirmamos que a bioconstrução está muito conectada ao modo como percebemos o espaço e ao conceito de que forma e função é uma coisa só. 

Nós acreditamos que o desenho da casa, por exemplo, pode ajudar as pessoas que nela vivem a se desenvolverem melhor. 

Os fatores geográficos também são considerados na construção do seu sonho, como as direções do nascer do sol, predominância de vento e chuva, paisagem, entre outros. 

Cada casa que desenhamos juntos é enraizada com o local. Ela nasce desse local.

Todos são capazes de construir sua “casa” e criar seu próprio ambiente.





Além disso, enfatizamos a importância de vivermos em comunidade. 
É muito mais fácil construir sua própria “casa” com ajuda dos amigos do que sozinho. 

Esse mundo capitalista nos torna muito individualista é todo mundo por conta própria.




Por isso, tentamos resgatar a tradição dos mutirões que valoriza a possibilidade de construir juntos, das técnicas ancestrais de construção entre outros. Esse pode ser um momento divertido e não um trabalho pesado. 







terça-feira, 23 de maio de 2017

PROJETO ENCONTRO

O projeto Encontro é um espaço pensado para atender a um sonho da Professora Ivanir neste ano. 
Para erguer o sonho lançamos mão das tecnologias sociais alternativas que conhecemos ao longo do período de vivências na Casa de Cupim. 
Dessa forma mantemos a busca por uma construção de baixo impacto ambiental, integrando design tradicionais e contemporâneos e ambientes balanceados. 
A busca pelo equilíbrio na forma de construir nos incentiva sempre ao uso de materiais de construção não processados, como a terra, usando diferentes técnicas, como o sistemas do hiperadobe, taipa, em bambu entre outros. 





















 

segunda-feira, 22 de maio de 2017

EDUCANDO PARA A SUSTENTABILIDADE: OFICINA EDUCATIVA DE CONSTRUÇÃO DE HORTA VERTICAL COM GARRAFAS PET E ESTRUTURA EM BAMBU.



Passamos uma semana na capital Cuiabá trocando experiências com a equipe de profissionais da educação do SESC Escola. 
A proposta das oficina foi de apresentar ferramentas ecológicas e alternativas que auxiliassem no desenvolvimento e na implantação de atividades transformadoras da rotina escolar, e que integrassem professores, alunos e funcionários na construção de um ambiente mais harmonioso com a natureza, estimulando a interdisciplinaridade, a construção da consciência ecológica e a produção de alimentos; 

construímos a estrutura da horta vertical em bambu.






O contato com a terra foi importante e "diferente" para os alunos.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

CONSTRUINDO EM BAMBU E BARRO.



Realizando o desejo do nosso amigo Abner, construímos uma divisória em bambu e barro na casa dos Macacos do Brejo.